Mudanças

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Laura

“Durante a época dos meus 20 0 30 anos, eu queria me casar; no entanto, não encontrei o que seria considerada uma pessoa adequada e, definitivamente, não queria me casar com o primeiro que aparecesse no meu caminho. Coincidentemente, minha carreira decolou aos 30 anos e eu não tinha tempo para mais nada além de trabalhar. Agora estou com quase 40 anos, tenho meu próprio imóvel e investimentos que me dão renda. Não consigo imaginar dividir tudo o que ganhei com tanto esforço com alguém ou pagar as dívidas de outra pessoa. Dentro de alguns anos, planejo dar à luz a uma criança e, se não o fizer, adotarei uma. Tenho certeza de que uma família deve ter filhos, mas não considero que a família seja uma condição obrigatória para a felicidade”.

Disponível em: https://incrivel.club/inspiracion-mujer/10-historias-sobre-por-que-las-mujeres-modernas-no-quieren-casarse-760560 

Miguel

O estudante de engenharia civil explica que escolheu esse curso pois sentia desde criança o desejo de trabalhar com áreas ligadas à construção. “Eu não sabia nem o que era um engenheiro civil. Depois que descobri, fiquei encantado“, contou. Ele começou o curso no ano de 2015 e apesar de saber que seria um curso difícil e com “muita correria“, o estudante estava disposto a seguir carreira na área com a qual havia sonhado desde a infância. Os problemas começaram quando a área de estudos escolhida entrou em crise. “Procurei pesquisar bastante a respeito do curso para saber como era, e sim, o mercado de trabalho era promissor na época, mas não sabia que o baque ia ser gigante como foi. Sofri na pele por isso. Passei por três estágios até a crise afetar uma empresa que trabalhava no final de 2015”, contou o estudante. Ter em mente o tamanho da sua vontade de dedicar a vida profissional à engenharia civil foi o que manteve (e ainda mantém) Miguel focado e otimista quanto ao trabalho. “O que me faz continuar é o amor pelo que faço. Sempre enfrentar desafios diferentes. A busca por conhecimento diverso para solucionar os problemas que sempre aparecem”.

Disponível em: https://leiaja.com/carreiras/2018/07/29/frustracao-universitaria-saiba-como-superar-o-problema 

Alessandra

Planejamos uma vida inteira para que tudo ocorra conforme nosso gosto, mas alguns acontecimentos fazem com que tenhamos que nos desfazer dos nossos planos e começar a traçar outros caminhos do zero. Foi o que aconteceu com a bauruense Alessandra, que teve metade da uma das pernas amputadas após sofrer um acidente. Com a ajuda de muletas, ela conseguiu sua independência. Com o apoio de uma amiga, surgiu a ideia de fazer um calendário para arrecadar fundos para a compra de uma prótese. Assim, ela busca a ajuda das pessoas para conseguir dar mais um passo sozinha. “Antes do acidente eu era noiva, estudante, dona de casa, independente e havia acabado de comprar meu apartamento. Ia casar e todos os meus sonhos estavam se tornando realidade! De repente tudo mudou, eu acordei solteira, não consegui concluir a faculdade. Sempre fui uma pessoa bem positiva. Tento sempre ver o lado bom das coisas e aprender com as ruins. No começo foi bem difícil, mas comecei a observar pessoas ao meu redor, Aprendi a dar valor ao que eu tinha. Hoje, eu vivo muito mais do que antes. Dou mais valor aos momentos e à família. Não me restrinjo, não me limito. Saio bastante, me divirto, viajo. Sou mais feliz!”

Disponível em: https://www.socialbauru.com.br/2017/03/01/apos-acidente-que-mudou-sua-vida-bauruense-mostra-superacao-com-calendario-de-fotos-especial

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